sábado, 25 de julho de 2009

Faz parte do meu show

Nos últimos dias me deparei com diversas situações em que tive que descrever quem eu sou, o porquê de algumas atitudes e a razão de outras. E falar de mim está entre as 10 coisas que eu mais odeio fazer (razão pela qual nunca passei da 3a sessão de qualquer tipo de terapia ou livro de auto-ajuda).
Entende-se que essas coisas de "o que você acha que deve mudar ou não" e "o que acha que deu certo ou errado" estão incluídas na parte de auto-descrição. Não vem ao caso dizer o motivo disso tudo, mas essas merdas estão me torturando até agora.

Desde que resolvi ficar por aqui - e consequentemente reativar alguns pontos na minha vida - algumas coisas diferentes aconteceram comigo e em migo(um dia essa palavra ainda vai existir). Fiz algumas coisas certas, porém dei com a testa em outras. Bem de frente, bem doído. A ponto de me questionar se as certas realmente valeram à pena.

OBS: é óbvio que valeram, mas concordem comigo que se não existir esse drama todo não tem a menor graça.

E é como parte dessa reflexão estóica e sazonal que estou tendo que me fazer as perguntas que citei nas primeiras linhas desse texto. Algumas respostas doem. Outras incitam. Muitas divergem.
Em meio a um rol taxativo de qualidades e defeitos(para fins didáticos, entendam todos como simples características desse que vos escreve) é que me encontro debruçado nesse momento: numa necessidade quase que cardíaca de desobstruir passagens e desvelar caminhos.

A.

PS: Juro que pretendia me estender por alguns parágrafos a mais, mas escrever sob condições de semi-consciência não estava no script.

Please, feel free to understand it on your own ways!

sábado, 11 de julho de 2009

Esse não tem título!


Gute Nacht, meine Freunde!

Parabenizo aqueles que contaram 25 dias de ausência desde minha última presença(isso ficou estranho pra caceta). Hoje, não é mais pela falta de tempo, mas pela de paciência. Ando inquieto para algumas coisas e blogar desse jeito não dá certo mesmo. Well, get it on!

A vida do cara pouco me interessava, ainda mais a morte, mas vamos lá: morre o astro do pop, Michael Jackson!

Particularmente eu não gostava muito dele. Admito, claro, que ele foi bom nas coisas que fazia(cantava bem, dançava como poucos e criava caso como ninguém). Lembro até, de quando eu tinha uns 6 ou 7 anos, do meu joguinho de megadrive inspirado no filme Moonwalker(jogo homônimo, vide foto à esquerda). Lembro, inclusive, que eu nunca consegui terminá-lo. Se era incopetência minha ou se o jogo foi feito para frustrar nerds pueris que se sentiam muito capazes eu não sei, mas algumas cenas do jogo marcaram a minha infância(nada a ver com pedofilia).

Ah, por que eu não gostava do MJ? Ué, não gostava e pronto. Tenho o direito de gostar e desgostar de quem eu bem entender, não?! Achava ele meio parecido com aqueles zumbis do Resident Evil. Tente imaginar a cara dele dirigindo uma van escolar lotadíssima de pequenos diabinhos gritando histericamente sem parar. Se você conseguiu, provavelmente deve ter entendido minhas razões.

Observando alguns amigos pelo Msn, já perceberam a quantidade de "risadas" que existe? Antes eram só “hahaha” e as afins que trocavam as vogais. Simples, comum e correto. O “kkkkkkk” no começo foi difícil de agüentar, mas já aceitamos. Agora, “sahjkdhjakdhsahdjkdhkahkdhsa” ainda não consegui engolir. Desde quando bater com a piroca no teclado é rir? E você? Tá rindo de que? Adesão ou auto-crítica? :D

Postzinho pequenininho, quietinho, só pra mexer com os números daqui.

A.

ps: importei os textos do antigo Diário Pastel. Fucem no histórico aí pra visualizá-los. Apreciem com moderação.

terça-feira, 16 de junho de 2009

Faroeste Caboclo

Pra quem não gostava de Brasília, passar dois finais de semana por lá está, no mínimo, suspeito.
Ocorreu tudo bem; o convívio com pessoas diferentes me faz bem. Não tenho mais medo daquelas ruas largas esquisitas e munidas de metralhadoras fotografantes ávidas por um forasteiro desatento. Aprendi que pra CADA pardal existe UMA placa. Bom isso, não?!

Pra concluir as palavras sobre minha breve estada na terra de João de Santo Cristo, pode ser até que você não saiba chegar em algum lugar por lá, mas ficar perdido é impossível e é claro que não vou dizer que fiquei perdido nos eixinhos.


Como sempre(seja você mesmo, mas não seja sempre o mesmo), alguns ainda reclamam da estabilidade a qual nunca existiu por aqui e desassiduidade com que venho atualizando esta humilde página. Não é segredo para ninguém que essas modernidades eletrônicas têm ficado cada vez mais de lado em minha nada pobre vida. Ainda hei de viver o dia em que poderei dizer que eletrecidade, pra mim, é coisa do passado!

Admito, nos meus últimos (e únicos) 24 anos de vida, não me lembrar de chuva em Goiânia no meio de junho. Pois isso está acontecendo nesse simbólico momento! E o que é melhor, trazendo um pouquinho de frio para essa cidade tão, digamos, quentinha.

É, acho que tô perdendo a intimidade com isso aqui. Tentarei ser menos ausente.

A.


domingo, 10 de maio de 2009

Time is not money

Caros leitores,

sei que o Diário Pastel anda mais parado que puteiro em dia de domingo meio abandonado. Queiram acreditar: não é por falta de vontade desse que vos escreve. É por legítima falta de tempo mesmo. Aqueles mais próximos sabem do que estou falando. 

Infelizmente não tenho previsão de até quando isso vai, mas quando acabar, assuntos não faltarão por aqui, ok?

Observem que o famigerado twitter tem sido usado com bem mais frequência que antigamente por esse e outros motivos.

Salvo disposições em contrário, 

A.

quarta-feira, 4 de março de 2009

Nova companhia

Já lhes disse que sempre tive a certeza que vou morrer jovem? Eu não sei explicar, mas o que antes não passava de uma sensação hoje eu já costumo ter como algo certo. Só não sei como vai acontecer - já seria pedir demais, né? Pensando nisso, uns tempos pra trás, levando em conta meus hábitos e preferências, fiz uma lista bem legal dos modos que eu poderia morrer. Como esse não é o assunto desse post, fica pra um próximo citá-las e explicá-las uma a uma, certo?

Agora sim, baseado na certeza de que virarei os pés pro sereno dentro em breve, resolvi, em meio às obrigações, enxertar a minha vida de pequenos prazeres dos quais eu me privava antes. Dentre alguns exemplos, ontem separei Hamlet pra ler.  Em um desses meus devaneios, costumava imaginar deus, são pedro ou quem quer que fosse bem barrigudão e de cabelos brancos na porta do céu com uma check list nas mãos. Àqueles que queriam entrar, eram feitas algumas perguntas sobre coisas obrigatórias a qualquer ser humano nesse mundo: Você aproveitou bem sua vida? O que você fez pela paz? Assistiu à Laranja Mecânica e ao Iluminado? Chorou com Tomates verdes fritos? Leu Hamlet e Victor Hugor? Pulou de pára-quedas? Baixou algum CD de alguma banda desconhecida da TV? Quantas vezes brincou de médico até completar 10 anos?

Tinha tempo que eu o estava namorando(o Hamlet) na prateleira de livros empoeirados no escaninho. E essa semana indo atrás de assuntos diversos, muitos convergiram pra ele e resolvi aceitar como um sinal misterioso. Sim, só aceito essa coisa de exoterismo quando realmente me interessa. Quando uma voz do além me manda parar de comer porcaria, exagerar no álcool e procurar uma igreja próxima de minha casa, eu me faço de surdo e continuo a me matar. (Bom, talvez seja por isso a idéia do morrer cedo...)

Continuando, eu poderia jurar que a tradução que eu tinha era a do Millor. Infelizmente não é. Depois dessa declaração explícita de amor, não vai ficar legal eu citar o tradutor da referida obra. Pois bem. Por ora pensei em adquirir o originalzão mesmo, em inglês elizabetano e tudo mais. Mas logo deixei a extravagância de lado. Apesar de que hoje existem dicionários de fácil acesso pra isso, preferi levar em conta que os "pequenos prazeres" deveriam ser realmente pequenos, pelo menos por enquanto.

Claro que não consegui segurar a curiosidade e já dei uma folheada no bicho. Deveras está muito sujo e precisando de um pano pra ficar ao lado da cama. A tradução é de 67. Imagino eu que deva ter sido adquirido em dez anos a contar dessa data e que de lá pra cá ninguém o leu... Ou seja, tá bem sujinho mesmo. Assim que a leitura começar fluir ou o desencanto acontecer, o que um dos dois é normal em se tratando de empolgação envolvendo meu nome, eu venho cá e falo pra vocês das sensações rodeantes, ok?

Falando de coisa boa e mudando pra coisa terrível, nesse momento me encontro ao lado de um livro de TGP - Teoria Geral do Processo. Praqueles com menos afinco nas áreas  jurídicas - que infelizmente não é mais o meu caso - trata-se de uma matéria que tem como função tirar o rótulo de leigo de uma pessoa que diz não saber do que se trata a área do direito: princípios gerais, fundamentos, temas comuns aos ramos do Direito(vários, diga-se), etc. Estou tendo que ler/estudar a constituição(com letra minúscula mesmo) e muitas coisas dali eu não sei de onde vieram. Resolvi, então, perder um pouco mais de tempo agora pra talvez ganhar no futuro. E junto com esse TGP veio um dicionário jurídico. Bom, não? Ou por acaso você sabe do que se trata exatamente um decreto lei, uma despedida imotivada ou um procedimento sumaríssimo? Pois bem, pensando na sua resposta é que fui atrás do dicionário.

Há quase 6 dias que Goiânia não vê chuva e isso tem contribuído incisivamente no meu corpo/sono/humor. Ainda não está na época de elas sumirem de vez e 6 dias já traz consigo um certo cuidado(entenda estado de sítio).

Beijos para as meninas e TGP para os meninos!

A.

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Mudança de ventos

Saudações cremosas, comedores de Chambinho!

Eu já ia elogiar o sinal da internet sem fio que está chegando aqui na varanda, mas acabei de olhar e hoje ele está porquinho. 
Pesquisando esses dias pra trás sobre causadores de distúrbios em redes wifi, vi que a água está para wireless assim como a kriptonita está para o Superhomem (e uma perereca para o Clodovil). Isso porque, obviamente, o sinal que é binário sofre refração(aquela parada de troca de meios pá e tal) ocorrendo a inversão do mesmo! Ou seja, pra quem tava esperando um monte de 1, chegar um monte de 0, num universo que contem só esses dois números, não é legal.

Essa semana me deu uma idéia meio louca de aprender japonês sozinho(há tempos que não tenho dinheiro nem paciência pra aulas). Joguei-no-google e não é que apareceu um monte de coisas bacanas?! Vou selecionar melhor os resultados e posto aqui pra vocês. Imagina assistir Jiraya e Cavaleiros do Zodíaco no original?! =D (Eu falo isso como se tivesse com muito tempo sobrando, né?). O desenho acho que ainda consigo, mas Jiraya acho pouco provável. Pelo que já andei procurando anos atrás, brasileiro guarda essas relíquias bem mais do que os próprios japoneses.

Pensando aqui no que escrever, tentei mexer as pernas e quase gritei(exagero detectado). Ontem, domingo nublado(não choveu pela primeira vez em 4 dias de puro dilúvio), a falta do que fazer me levou a correr de casa. Aham, literalmente hablando. Me senti um atletla: carreguei o celular com músicas animadoras, calcei meu pseudo-tênis de corrida e saí daqui correndo até o vaca brava. Lá consegui dar 2 voltas(roubei metade da 2a), mas ao voltar morri no caminho. Ah, mas teve bom. Pra quem tá parado há tanto tempo, se enganando jogando basquete na mini quadra que tem aqui, tá passando de bom. O gordo que existe em mim levou dinheiro pra água de coco(acreditam que o que mais me motivou foi pensar nela?), mas de tão cansado eu não tive ânimo nem pra parar em alguma barraquinha.
Resultado, tô andando hoje parecendo velhinho que sujou as calças sem querer. Mas já marquei comigo, quarta-feira é nóis!

Pra despedida, vou colocar aqui o vídeo de uma musga que tenho escutado bastante. Faz parte da trilha sonora de Pulp Fiction(aquele filme chato que eu falo que gosto quando quero enturmar com algum cult por aí. Fale que você odeia e terás um inimigo forever).
Ah, a Uma Thurman tava linda nele, tirando os 40 cigarros que ela consumia durante cada cena.




Um beijo do gordo!

A.

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Oh, Diesus Craist!

Boa noite, mariposas apaixonadas de guadalupe!

Agora pouco estava esparramado no sofá esperando emanar uma energia divina que me tirasse de lá. Claro, ela não surgiu. Mas algo muito mais forte e grandioso me fez sair correndo de lá. E é nisso que eu gostaria de descer o sarrafo hoje!

aqueles que sofrem de insônia e que dariam tudo(com exceção de algumas partes corporais) por um programa de TV legal à noite ou um jogo emocionante de basquete na alta madrugada sabem do que eu estou falando. Para nosso desespero, desatino e vontade de cair janela abaixo, a onda dos canais de esporte agora é passar JOGOS DE BARALHO.

Velho, desde quando baralho é esporte? Assistir àquilo é uma várzea! Definição de esporte pra mim sempre foi algo ligado com suor, correr, pular, vibrar. E isso definitivamente não tem nada a ver com baralho. Ah, praqueles que ainda não se situaram, não se trata de uma caixetinha, um mau-mau ou sequer truco, onde alguns mais exaltados chegariam a trocar tiros ao vivo. Não! É poker mesmo. Aquele joguinho sem graça, onde pessoas mais sem graça ainda passam friamente as cartas, as fichinhas de aposta, sorriem para os adversários(mesmo quando saíram com cocô na mão) e ao ganharem milhares de dólares, nem esboçam pulos em cima da mesa.

Vejam bem que não estou me referindo àquele baralhinho saudável pós-almoço no final de semana na fazenda com a vovó e a sogra. Na verdade, nem desse eu gosto, mas não vem ao caso. Estou falando que um canal que se diz líder mundial em esportes não deveria mostrar segunda-feira em horário nobre jogos emocionantíssimos de cartas em que até a Cicciolina dormiria após um coquetel de AZT com cocaína. E ainda reprisar os "melhores momentos" durante a madrugada. Pra vocês terem uma idéia eu preferiria ver vídeos da copa de 82. Os mais entendidos sabem do que estou falando.

Estive pensando esses dias em outras cositas a mais pra desdizer(eufemismo detected) aqui no blog, mas acho melhor parar por aqui. Juntando o post passado do twitter, vão achar que estou fazendo deste site o meu menino de surras - o que não deixa de ser uma verdade.

Os senhores e senhoritas repararam nas últimas visitas que andaram por aqui? Basta olhar no mapinha ali embaixo à direita do seu vídeo. Gente da Austrália, Angola, Áustria e até Chile nos deram a honra de seus clicks. Peço, então, a vocês, que se tiverem algum amiguinho em local diferente dos já clicados(o que inclui algumas partes do Brasil), que façam propaganda do meu humilde e simplório blog pra eles. Basta uma clicadinha e pronto, o país deles estará marcado como visitante na nossa sessão de estrangeiros. Pra você que entrou aqui sem saber como e não sabe nem olhar, o endereço é http://diariopastel.blogspot.com . Observe que não tem o www!

Um cheiroso e efusivo abraço a todos,
e até a próxima(a menos que eu morra até lá!)

A.


sábado, 24 de janeiro de 2009

Take your seat!

Peço desculpas aos que insistem em visitar o Diário. Estamos em fase de crisálida, por isso a razão de tão pouco novo por aqui.  

Muitas foram as mudanças - inclusive algumas repercutiram nesse site - e muitos, também, foram os hábitos pré-selecionados como perpétuos ao longo desse estágio lepidopteral. Não é sempre que conseguimos mudar sem deixar de ser nós mesmos!

Há pouco vocês perceberam que eu havia me inscrito em todo e qualquer tipo de rede social, sistema de feed, passando por newsletter, fóruns, até chegar naquilo que conseguiu parar o meu ímpeto de desbravador de inutilidades: o twitter.

Bom, pra não passar batido o post de hoje, gostaria de falar um pouco sobre essa moda que nem é tão nova, mas que proporcionalmente é um dos gadgets que mais vem crescendo pela Internet afora(vide números confiáveis).

Até pouco tempo eu não sabia do que se tratava o mencionado rouxinol - o twitter(não sei por que que eu acho que ele tem nome de passarinho). Usando o meu poder de síntese-resumidora-nenhum-pouco-parcial, twitter nada mais é do que você, devoluto total, escrever o que está fazendo nesse exato momento para um bando de amigos desocupados.

Aham, só isso. =)

Hmmm... Já sei! Ficou um gostinho de quero mais, né?! Ok, eu também. Mas não adianta. O twitter é só isso mesmo. Você vai na página dele, se loga e escreve o que você está fazendo(tem gente que escreve um pensamento, uma frase de que gosta, blá blá blá) e esse texto sái em algum lugar para que seus seguidores(followers) recebam e se saciem completamente com seus férteis e jugulosos vocábulos. Pô, o Diário tem um twitter aí em riba à direita, deêm(português novo é o $&#*$) uma olhadinha lá. Se você nunca tinha percebido, você faz parte do espaço amostral da minha teoria. ;D

É claro que tem pessoas com um senso de exatidão altamente deliberativo que conseguem fazer chover no deserto; já vi usuários, poucos, confesso, que se utilizam dos serviços do twitter pra ganhar dinheiro. E ganham muito. Mas uma coisa infelizmente é certa: os 99% do público do twitter só fica nessa de atualização sentimental - caso deste que lhes escreve. Então, a menos que você seja famoso, tenha um blog e queira adorná-lo com besteira ou precisa dar conta da sua vida pra outros, é melhor passar longe do passarinho!

Well, vou dormir. Boa noite pra todos. Ah, é claro: vou atualizar o meu twitter! :D

A.

domingo, 21 de dezembro de 2008

"Quanto maior é a sede, maior é o prazer em satisfazê-la."

Salam, amigos!

Abro a página de hoje com 50kg a menos nas costas. Não, não se trata de uma lipoaspiração, mas de o meu extrato acadêmico estar mostrando 100.04% de conclusão!

Não me perguntem o que esse 04 quer dizer, mas quanto ao 100, esse eu posso dizer muito bem. Foram cinco anos de muita tortura, raiva e desgosto. Praqueles que insistem em ver o lado bom das coisas, se há algo positivo na graduação, é o sentimento de ver o extrato acadêmico com o percentual que vejo no momento.

Eu sei que há todo um aprendizado, crescimento, maturidade, etc. Mas acredito que pudia ter sido bem menos doloroso do que foi e o resultado teria sido quase o mesmo. Principalmente esse último mês, que me cansou mais do que todos os semestres juntos.


Enfim, a verdade é que passou e agora se inicia um novo ciclo na minha vida. Algumas preocupações se vão e outras se vem(preposicionado soou mais poético!). A idéia não é acabar com os problemas, mas trocá-los de vez em quando. E é isso que espero para o novo ano que começa em 10 dias.

Por questões de merecimento (e mais ainda fisiológicas) me darei férias até a primeira semana de janeiro, onde os famigerados novos problemas virão. Que venham quentes, porque eu estarei fervendo!

Sobre a TV, até agora tem sido só alegria. Como havia pensado antes, a diferença entre ligá-la no RCA(famoso cabo de áudio e vídeo) e HDMI do computador é muito grande. Embora valha à pena, dá um trabalho da p%#$ ligar o equipamento lá e tirar todas as vezes. Jogar PES nela com os amigos têm sido muito legal. E o que é melhor ainda, estou ganhando quase todas, haha! Com a TV nova, veio a sorte, ora essa! ;)

O controle remoto é confuso, alguns botões desnecessários e alguns faltando e os menus bastante confusos. Pra mim,  a tecla SAP, por exemplo, deveria estar bem acessível no controle e, o que acontece, é que está em um menu bem escondido nas opções. Trocar o Source(TV, VIDEO1, HDMI1, etc) é bem chato também. Essa função, mais do que a SAP, deveria ser bem melhor projetada.

Odeio admitir, mas a parede vermelha que minha mãe arranjou ficou muito bonita com as costas vermelhas da TV; combinou muito! O disposição do rack(hack?) foi providencial também. Dei um jeito nos fios que nem precisou furar o citado.

Tem alguns dias que o sol não aparece em Goiânia. Dentre os programas que reservei para minhas férias, ele está entre os 5 mais votados. Então, por favor, São Pedro, colabore com este que lhe escreve, sim?! Sobre os outros: namorar muito, manter a hegemonia no ping pong e praticar todos os esportes possíveis estão por ali.

Não sei se volto aqui esse ano. Pelo não, desejo feliz Natal a todos e que 2009 seja melhor do que foi 2008. E que vocês, e todas as outras pessoas, também sejam melhores do que foram.

A.

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

O suvaco e a TV



Esses dias fui em um rodízio de pizzas e formulei uma lei que será uma das primeiras instituídas em meu governo. Praqueles que ainda não sabem, dentro em breve estarei dominando o mundo(com gerúndio e tudo mais!) E pra você que acha que é apenas mais uma piadinha infame, responda agora: onde estão Pink e Cérebro nesse momento?
Pois é, você não soube responder. Acho bom se mancar pra não acabar igual a eles.

Voltando ao assunto, depois de cheirar trinta suvacos diferentes, imaginei um mundo onde garçons(principalmente os de rodízio) deveriam ter no mínimo 1,90m em relação ao solo, o que dá mais ou menos 1,30m em relação a você que está sentado, imaginando que a proporção tórax-sovaco dele é dentro do padrão axilo-peitoral existente. 

O camarada chega pra por a pizza no seu prato e você logo se esquiva pro outro lado, achando que vai adiantar. Se ele puser naquele pratinho que fica no meio da mesa, eu já adianto: Não adianta, meu amigo, vc vai cafungar o suvacão do negão! E o pior, os menores, só de perguntar que pizza você vai querer, já dá pra saber se ele está Tres Marchand ou Avanço(ou no caso nenhum dos dois).


Partindo pra um assunto mais cheiroso e menos peludo, compramos uma TV aqui pra casa. Uso o sufixo no plural porque o desembolso inclui mãe e irmã também. Mas olhar, bater perna, ficar de plantão em sites e atrás de cupons foi só euzinho. Pois bem, fato é que depois de muito procurar, de anotar modelos, comparar preços, aguentar vendedores chatos-que-não-sabem-nada-e-ainda-te-criticam em várias lojas, optei por um modelo novo da linha da Scarlet da LG(vide figura).

Muita coisa aconteceu até eu chegar nessa decisão. Até pensar chutar tudo e trazer um plasma de 50' eu pensei(daí vocês veem que a situação estava tensa). Ah, já vou tirando o acento do veem, leem, creem, etc pra me adequar às próximas redações. OK, voltando ao plasma, é claro que a idéia passou rápido. Àqueles que não entendem muito do assunto(eu também não entendo, na verdade eu aprendi foi indo atrás mesmo) o tal do plasma é BEM mais barato, o que te permite comprar algo BEM maior com o mesmo dinheiro que você compraria um LCD menor, porém a resolução(entenda aqui qualidade) tende a um monitor VGA. E sabe aquele simbolozinho da grobo que fica no cantinho da novela? Pois é, dizem que o plasma marca aquilo numa facilidade danada. Se você assistir muita grobo, quando passar pro sílvio santos(minha vó chama SBT de sílvio santos), vai ver o grobinho lá embaixo ainda.

Logicamente, se não foi a tv de plasma, foi a de LCD que acabei comprando. Apesar de fora dos padrões de tv que estamos acostumados a ver nos shoppings e lugares afins, até que ela consegue ser bonitinha. É fina - segundo a propaganda, a mais fina do mercado - e tem função PIP, que te permite ver dois canais ao mesmo tempo. Sempre quis ter esse treco, mesmo sabendo que não vai servir de nada. Aliás, vai sim: vou poder assistir à propaganda das casas bahia em dois canais diferentes(humor negro)! É fullhd(lembra da resolução? esse full aí significa que é a que tem maior resolução até o momento), tem taxa de atualização de 120hz, o que vai ajudar bastante a ligar o PC nela pra jogar PES com os miguxos. 

Comprei no Submarino, mesmo sendo um pouco mais caro que os outros lugares, mas é um lugar o qual já conheço o serviço, não tendo que, além da tempo pernicioso que ele demora pra entregar, passar por outros contratempos, como a TV vir quebrada em 30 pedacinhos. Os caras do Submarino são bons, pelo menos pra embalar os produtos.

Ah, o preço? Bom, não seja tão indiscreto. Vai atrás do modelo 42lg60fr que é o igualim quinem o que compramos que você saberá!

Quanto ao resto, hoje foi a última prova da faculdade. Ficando ou não pra grade nova, não terei que assistir aulas, apenas fazer a última parte do PFC. Não sei quando isso será decidido. Na verdade, já era pra ter sido, mas pra tristeza dos meus cabelos que insistem em me deixar, não rolou. A qualquer momento posso receber uma notícia sobre o acontecido, daí, mesmo que por twitter, venho aqui e escrevo.

É nóis na fita e os prayba no DVD!

A.

terça-feira, 25 de novembro de 2008

Cacete de dia ruim da porra


Espero que essa tal de informática me dê MUITO dinheiro em breve. Porque até hoje só recebi decepção. Hoje foi outro golpe nas costas que levei. Sem contar o da semana passada, que o meu orientador queria zerar meu trabalho por falta de profissionalismo da parte dele. OK, eu não estava 100% certo, mas estava mais do que ele.

É engraçado que a gente estuda anos pra mostrar a roxidão de nossas bolsas escrotais em 1, 2 dias. Que é o caso de vestibular, residência, concurso e outras provas cretinas que tem por aí. Não sei se há algum outro método mais objetivo de se avaliar alguém, mas esses, na maioria das vezes, tem em suas vantagens a imparcialidade humana. Marcar X é um só pra todo mundo!

Estou totalmente prostituto da vida hoje, se é que vocês ainda não repararam. Depois de cinco anos, o cansaço e a putidão tomaram conta do meu existir. Vou entregar o diabo dessa monografia, fazer as provas que ainda faltam e ficar três dias e três noites parado em algum lugar muito molhado debaixo do sol.

As aulas à noite terminaram semana passada e preciso fazer o relatório final pra entregar pra assistente social falando sobre os prols e contras do projeto. Isso não tem muita pressa, eles não vão aceitar nada do que vou dizer mesmo.
Hoje tentei fazer a apresentação da monografia durante a tarde. Lutei muito contra a falta de atenção, mas ela foi mais forte. Parei no 11o e larguei de mão. Ainda nem tá marcada mesmo. Vai que até lá tenho que mudar muita coisa. Amanhã mexo mais um pouco. Quanto antes eu apresentar isso, melhor. Mas infelizmente não depende só de mim.

Então é isso. Pra não dizer que o dia foi totalmente perdido, está chovendo bastante agora. 

Inté!

A.

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Perda dos sentidos


Eu sei que tem mais de mês que não apareço por aqui. Tenho milhares de motivos que no próximo post tentarei descrevê-los a fim de conseguir o seu perdão divino. Mas até lá, me contento em dizer que hoje eu criei uma conta no Twitter e vim tentar pô-lo aqui todo alegrinho quando, de repente, não consigo logar. Já expliquei-lhes que tenho vinte logins e quarenta e nove senhas. Pois é. Por causa dessa desorganização que fiquei 1h30min pra conseguir a senha (e o pior, o login) do Diário Pastel (o novo... porque o velho foi tranquilíssimo de entrar).

Fato é que o Google nos permite recuperar senha e login perdidos sob algumas condições, as quais não se encaixavam exatamente para o meu caso. Eu não lembrava login, senha, email secundário (tentei todos os possíveis) e nem nada. Só o endereço do blog. No começo achei que só com ele eu conseguiria, mas não rolou. Ainda bem, né?! Porque se eu conseguisse só com ele, o sistema de proteção do Google seria considerado o mais porco da história.

Amanhã(ou depois) prometo escrever mais e, enfim, tentar por o Twitter pra funcionar.

Ah, e prometo, também, não esquecer mais a senha e muito menos o login daqui! Não façam último ano de faculdade; ele enlouquece a mais saudável das mentes!

A.

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

In memorium

Muitos já tentarem descrever a existência da necessidade que temos do passado. Já vi cientistas e filósofos dizerem que isso é tentar ser alguém que já não se é mais ou, pelo menos, se prender a alguém que você acredita ter sido. E que dessas ou de qualquer outra teoria é o primeiro passo para o curto caminho da infelicidade.

Sou muito contrário a isso e, sendo um saudosista de carteirinha, me prontifico a afirmar que sou feliz com o meu presente e que, se possível, não trocaria a minha vida atual por nenhuma outra, fosse minha do passado, do futuro, ou de qualquer outra pessoa e em qualquer tempo.

Meus amigos dizem que lembro de coisas absolutamente inlembráveis(acabo de inventar uma palavra) para um ser humano normal.
Realmente confesso que de vez em quando até eu me surpreendo com algumas coisas de que me lembro. Partindo do ponto que nos meus primos a maconha e outros tóxicos destroem qualquer capacidade cognitiva de memorizar fatos acontecidos há minutos atrás, penso eu que devo fazer uso de alguma substância que causa efeito inverso em mim. Amendoim de estádio murcho com suco de uva amanhecido? Bom, isso não vem ao caso. Se um dia eu descobrir tenho certeza de que farei bastante por muitos desmemoriados planeta afora.

Pensando nisso tudo, resolvi fazer uma lista das coisas da minha infãncia/puberdade de que sinto mais falta. Desconsiderei o fator cronológico e, principalmente, o fator coerência-e-coesão.

Sinto falta dos almoços de domingo na minha vó com a pouca família que eu tinha reunida.
Sinto falta de esperar a semana inteira pelos futebóis de manhã lá em casa quando na verdade os tios iam mais pra beber do que pra jogar. Literalmente eu batia em bêbado (e me sentia o Ronaldinho!).
Sinto falta dos carinhos da Lully.
Sinto falta dormir no primeiro intervalo do Zorra Total. Principalmente, sinto falta de dormir.
Sinto falta de lutar com meu pai, de dar todos os ponta-pés e socos que havia aprendido no Jaspion e Changeman sem medo de machucá-lo.
Sinto falta do bauru que minha vó fazia(e ainda faz quando vou vê-la).
Sinto falta de ficar horas do telefone falando com o Pedro de como seriam nossas carreiras na Nba e no futebol europeu.
Sinto falta das meninas da escola dando em cima de mim e eu, com a timidez e inocência me dada por todos os deuses eunucos da pérsia, não fazendo nada, a não ser rir ou desligar o telefone na cara delas.
Sinto falta de tirar a camisa na educação física pra atrair o público feminino e a cobiça dos mais abonados abdominalmente falando.
Sinto falta de me apaixonar a cada 10 dias.
Sinto falta das partidas de videogame no sótão com o Jorge e o Alaor.
Sinto falta de acordar cedo aos sábados pra alugar "fita" de videogame e passar a maior parte do final de semana jogando pra dar tempo de zerá-la.
Sinto falta dos jogos de hoquéi de patins na casa do Cacá e de sair de lá direto pro campo de futebol da minha casa ou pra piscina.
Sinto falta da época que eu xingava as pessoas e minutos depois já estava tudo certo.
Sinto falta do meu cd do Akundum, da Shakira(pés descalços) e do Skank calango. E de jogar Simcity 2000 escutando algum deles.
Sinto falta de inventar dores pra não ir pra natação, mas acabar indo sob coerção do meu pai saber.
Sinto falta de escolher um presente quando as notas vinham no final do bimestre. Sinto falta daquelas notas também!
Sinto falta do frio na barriga ao dirigir pelo bairro com 14 anos.
Sinto falta de responder 'no sul' quando álguem me perguntava onde eu queria morar quando crescesse. E ainda imendava 'porque lá é frio'.

A.

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

Agora, sem fios



Há tempos que eu pretendia aprender a instalar uma rede sem fio. Isso aconteceu hoje e justo na minha casa! Abaixo descrevo as surpresas, entusiamos e brochadas da sensacional experiência.
Todos sabem que aqui em casa a internet só funciona em dias ímpares em que o cometa Halley passa. Não é muito estranho me pegar na sacada tentando afanar alguma rede sem fio desprotegida por aí. Afinal, estou no alto do Bueno; prédio aqui é o que não falta!
Bem, prédio até que não, mas as redes sem fio sem senha sim! Ultimamente até tem aparecido uma constante com uns dois piques de sinal e uma velocidade bastante razoável que tem quebrado o meu galho nos dias que o mencionado asteróide não aparece.

Toda essa história de levar computador pra lá, trazer computador pra cá contribuiu para a minha crescente curiosidade sobre redes sem fio. Isso se uniu ao meu Salim Way of Life Tabajara, que sempre quis pagar apenas um ponto de internet (aqui em casa são dois). Cultivei durante meses a idéia de instalar uma rede sem fio aqui, usar a parte de cabos dela pro primeiro ponto e, pro segundo, a parte wifiniana. Bom, só pra concluir a história, essa semana um amigo meu que sempre me liga quando aparece algum perrengue no computador dele (esses caras acham que só porque faço computação sei TUDO sobre QUALQUER teconologia e estou SEMPRE de pernas abertas para ajudá-los ou, no mínimo, fazer tudo por eles) questionou-me sobre o referido assunto.
O sacana disse que descolara um roteador sem fio e que queria fazer uma rede do mesmo tipo na casa dele. Fui sincero e disse que nunca tinha feito, mas que segundo as poucas especificações que ele soube me dar, o roteador e alguns minutos ao telefone com a atendente do seu provedor seriam suficientes para resolver a parada em questão.

Matutando um pouco mais, cheguei a conclusão de que o trouxa me acha O CARA das parafernalhas virtuais e que se algum dia ele fosse presidente da república, eu seria, no mínimo, ministro da tecnologia. Como sempre resolvo os pepinos pra ele, dessa vez eu queria manter a regra e quebrar mais essa pro fedido (essa foi a melhor desculpa que arranjei perante a real vontade de por em prática o famigerado sonho da rede sem fio contado lá atrás).

Corri atrás de um roteador wifi (já que a internet aqui é mapeada, só switch não resolveria meu problema) e depois de uma tarde longa de procura e decisões mal terminadas, corri na Primetek pra adquirir o que, segundo a telefonista, era o último que estava no mostruário (filha da puta! Ela soube bem como mexer com o otário que existe em mim). Por um momento cheguei a pensar em Mercado Livre, mas como sou azarado POR DEMAIS com essas coisas, pro bicho dar problema e eu ter que chorar sobre garantia derramada não ia custar nada.

Foi uma correria só até a loja. Tava quase na hora de eu ir dar aula e o trânsito das 17h em Aparecida é uma das maravilhas do diabo. No final deu tudo certo, tirando que quando cheguei em casa pra lá das 22h, a internet estava fora do ar e a minha vontade de estreiar o brinquedo novo teve que esperar o dia seguinte.

Hoje quando acordei fui direto verificar se a rede havia voltado e se o sinal verde para a instalação havia sido dado. Sim, estava tudo certo. Tenho que admitir que estava com muito medo de não conseguir. Com todo mundo que eu conversava, ninguém nunca tinha ouvido falar em rotear sem fiomente uma internet mapeada igual a minha. Pois bem, até o manual de instruções do coisa eu li. Ok, só as primeiras páginas. Mas li! Em uns 10 minutos estava TUDO funcionando. Meu sorriso foi de orelha a orelha e a boca do coringa comparada à minha não passava de delicados lábios de mel.

Estava tudo muito bom pra ser verdade. O que eu queria na verdade era, como disse antes, eliminar a necessidade de dois pontos daqui de casa. Eu conseguiria isso se a porra do modem não fosse tão fraco quanto coice de porco. Ele não é capaz de varar um cômodo sequer com uma porta fechada. O sinal cái abruptamente. Ok, imaginei outro jeito: voltar com o switch antigo até o ponto do quarto da Adriana e de lá sim ligar o roteador, tendo em vista que meu quarto é ao lado do dela, e não do lado oposto do apartamento comparado ao quartinho em que eu havia instalado o wifi anteriormente. Rebolei e mais uma vez havia dado certo a instalação. Porém mais uma vez o sinal estava uma bosta, quase apagado quando trazia o computador pro meu quarto. Sem falar que na sacada, onde costumo deitar na rede pra postar ou fazer qualquer coisa ligada ao quesito diversão, o sinal da rede nem chegava.

O jeito, então, foi me conformar em manter os dois pontos aqui em casa, e colocar o roteador no meu quarto mesmo. Pra isso precisava de um estabilizador porque a fonte do router era 110V. Não tenho e não consegui ninguém que tivesse. Apelei pro transformador de um amigo que mora há uns quarteirões daqui. Busquei debaixo de sol QUENTE e vim correndo testar a então nem tão saudável solução (que já nessa altura já nem mesmo solução eu tava considerando). No fritar das panquecas deu certo: o treco tá rodando a mil por hora, inclusive com o transformador que é do tempo do onça, esquenta demais e faz um barulhinho porquíssimo quando ligado. Pelo menos no meu quarto o sinal é o melhor possível e, só mirar um pouquinho a antena lá pra fora, que da sacada eu conseguirei acessar também.

Depois disso tudo é claro que mandei uma mensagem pro meu amigo.
"Negão, instalei uma rede sem fio aqui em casa igual a que você queria. Foi muito tranquilo. Espero que tenha conseguido arrumar a sua. Caso não, estou à disposição para fazê-lo. Pode me ligar que até por telefone da pra te ajudar. Você sabe como são esses caras que acham que mouse é acelerador e CDROM é porta copos, né?!"

Sim, eu sou mal. Espero de verdade que ele tenha conseguido. Mas se precisar vou até lá. Quem sabe a configuração não é diferente da minha?! Seria uma experiência legal ter que me virar nos 30 pra fazê-la funcionar na frente de todos lá.

Abraços a todos,

A.

terça-feira, 16 de setembro de 2008

Veni, vidi, vici


Ontem visualizei a primeira ''chuva'' desse semestre. Só visualizei, porque sentir que é bom eu não senti. Sabe quando cái uma aguinha fina em você e você logo se vira pra cima xingando o primeiro passarinho que avistar? Pois é, foi uma dessas. Não, não passarinho. O tipo de chuva. Não dá nem pra chamar assim, mas a vontade de que ela venha é tanta que a gente até força.

De fato o calor está muito. Vejo todas as pessoas reclamando e se sentindo mal, algumas sonolentas, outras molengonas, outras indispostas. Estive em Anápolis semana passada e senti isso bem de perto com minha vó. Ela é uma das primeiras a agradecer quando chove e, sempre que eu reclamo que não pára de chover pra eu jogar basquete, ela vem com a história de que a chuva molha as plantinhas, as plantinhas crescem e dos frutos que nascem nela vem o nosso alimento. Falando em vó, já estou com saudade dela. Foi tão bom quando morei com ela ano passado. Tirando os problemas que me fizeram ir pra lá, é claro, ter todo o carinho e cuidado do mundo me fez me sentir mais apegado ainda a ela. A chance de ela ler esse post é a mesma de eu pegar o coelhinho da páscoa deixando as chaves de uma ferrari pra mim no natal, mas mesmo assim, um beijo pra ela.

Comecei a estudar pra valer pro concurso do TRT. Não sei até que ponto vai esse pra valer, mas passei o meu pequeno tempo livre de hoje tentando relembrar as funções do capeta do SE. Algumas gramáticas só trazem umas 3, outras, umas 7. Acho que consegui (re)aprender as principais e acabei acertando a maioria dos exercícios que fiz. Amanhã passo pra parte de predicado e etecétera. Precisava dar uma olhada na parte de informática também. Depois de domingo que levei um nabo de Itu na prova do Poscomp, não estou podendo ouvir tal palavra e adjacências. Se essa prova não foi elaborada pelo demônio, foi por algum parente bem próximo dele. Não é à toa que o índice de aproveitamento de quem se arrisca a fazê-la é tão baixo.

De alguns dias pra cá apareceram alguns ex-alunos la na sala. Fiquei bastante feliz. A da semana passada disse que ganhou um computador do filho e que está tendo dificuldades porque a versão dos programas é diferente(deve ser o Vista; entendo-a perfeitamente). As de hoje queriam saber o destino que o fantasioso CD com as fotos que tiramos juntos teria levado. A verdade é que nunca deixei na secretaria. 1 porque teria que deixar vários, pois quem se propusesse a pegar, não ia devolver para as demais. 2 porque tive a capacidade de pensar que ninguém ia querer. Ledo engano. Bastante gente foi lá procurando e graças a deus eu mordi a língua :-)
Amanhã deixo um disquete lá com as dita cujas e veremos o que acontece.

Ah, sobre o Wow do post passado. De sexta pra cá tive tempo de jogar à noite. A minha opinião não mudou mundo, mas me fez ver que D3 precisa mudar muita coisa pra não cair em escárnio. A galera ''dos mundo eletrônico'' de hoje tá bem mais exigente que em 2001, quando D2 foi lançado. O tal do Wow tem alguma coisa que TENTA prender a gente, mas ainda não sei o que é. Tirando o fato de que os cenários são FODAS, o resto é no máximo legal; se for o último do mundo, dá pra jogar!

Ontem voltei pra fisioterapia. Meu deus, que saco é aquilo. Quando tô fazendo os exercícios ou esperando os milhões de raios se adentrarem ao meu pé até que não reclamo. Mas esperar meia hora pra ser chamado na secretaria não dá. O fisioterapeuta que cuidou de mim (?) da primeira vez saiu de lá, dizem que foi fazer odonto. O de agora é uma mocinha, bastante gentil por sinal, e não passou nem metade do que eu fazia antes. Oh, diésus, onde fui me meter?!
O tronxo do meu pé ainda dói pra correr. Quando jogo basquete mal consigo andar na semana seguinte. Entrar na faca até então, nem pensar. Vamos ver como esses 10 dias se passam e daí lhes falo o que farei, mas já adianto que não estou mais tão certo de não operar.

Não lembro se falei aqui do ping pong que está rolando na facul. Acho que sim, né?! Segunda teve de novo, foi bem legal. Ainda não tá dando muita graça, mas o Ricardo aceitou o convite e foi lá ver de qual que era. Parece que ele sabe jogar, tirando o saque que ele não devolveu um sequer, de resto ele joga bem. Tá enferrujado que só, mas isso a gente dá um jeito. Se a mesa aqui do prédio tivesse em condições eu chamaria o Pedro. Da última vez que ele veio ganhou de mim e estou com isso entalado até hoje. Na oportunidade joguei mal pra capeta, era uma época ruim e eu achei que só íamos brincar. O viado chegou chegando e foi logo me destruindo. Hoje a partida seria outra. Mas isso não vem ao caso. Vou ligar pra ele essa semana, informar das condições climáticas do ambiente e quem sabe não rola um tira teima.

É isso. Tinha outras inutilidades pra falar, mas vou dormir. Tá muito quente e esse computador no meu colo tá piorando a situação. Segue a foto do desktop da semana passada.


A.

PS, pretendo arrumar uns favoritos aqui do lado assim que tiver paciência.

terça-feira, 9 de setembro de 2008

Muitas palavras

Estava cá eu a pensar com meus gerônios quão itinerário o Diário Pastel consegue ser. Não esse, claro, porque tem apenas 3 postagens (contando com essa), mas todo o outro que sempre menciono. Digo assim porque considero-os um só!
Este em que vos escrevo já esteve presente em 2 continentes, acho que uns 4 países e umas 15 cidades. De pouquíssimos graus à 46ºC - literalmente falando - já escrevi de várias partes do mundo, de locais inimagináveis àqueles que nem Quixote pudia sonhar. Viva a ubiquidade!

Falando em lugares, vocês estão vendo aquele negocinho do Google Maps ali à direita? Observem bem. Isso, observem mais um pouco. Acho que deviam observar um pouquinho mais... porque deu um puto dum trabalho pra colocar! Vi em um site e foi amor à primeira clicada. Porém o que demorou foi eu conseguir rastreá-lo segundo os meus dados(e não os dados do cara do site) pra enfiá-lo aqui.
Sem contar a parte de HTML do código do Blogger que eu tive que bulinar, foi uns 3 dias - claro que não inteiros, mas até onde a minha paciência ia, pra fazer o Google Maps gerar a puta da bolinha azul que indica onde eu estou. Até baixar o Google Earth pra tentar fazer lá e gerar um código no GMaps eu fiz (e é claro que não deu certo). Como a maioria das coisas que eu faço nervoso não dá certo, essa foi uma delas. Quando consegui eu estava calminho-calminho Maracujina Style, e foi só pedir pro GMaps apresentar as linhas HTML e colocar aqui, já que eu já tava craque no assunto do tanto que eu já tinha levado ré no assunto.

Mudando de pau pra caceta, hoje tive um sonho que às vezes costumo ter. Vem sem mais nem menos, me faz acordar chateado e passar o dia inteiro com nheca na cabeça. Puts, é muito ruim! Por mais que eu tente pensar em outra coisa, parece que o danado fica ali rodando em background, maquinando em cima das minhas idéias. Do meio da tarde pra cá melhorou um pouco, mas ainda tô meio assim... Se for como os outros, amanhã será outro dia e ele irá sozinho, assim como veio. Pelo menos até a próxima vez que resolver aparecer.

Como sabem, há um professor que habita o meu existir. As duas últimas semanas foram de conteúdo bastante novo para os alunos. Além de exigir de mim, que tive que rebolar pros safados entenderem a matéria, exigiu muito deles também. Deu pra ver bem nas aulas dessa semana. Os coitados entraram segunda-feira meio ressabiados em sala. Daí como uma das turmas está adiantada, solicitei Fidelmente a opinião deles sobre uma possível folga amanhã: unanimidade! Ou seja, à noite vou pra casa da vovó!

Há mais ou menos um mês, fiquei sabendo que Diablo3 estava em produção. Melhor que isso, D3 estava em uma fase BEM avançada. Pelo menos segundo as fotos e um videozinho no site da Blizzard. Tenho uma enorme paixão por Diablo2, tanto que desde que entrei pra igreja do santo corpo gostoso e glorioso e me livrei do satânico vício dos videogames, foi o único jogo que joguei até o final e depois de algum tempo ainda repeti. O problema disso tudo é que, embora o danado já esteja na agulha, ainda não há sequer uma previsão de lançamento. Pior ainda, fontes confiáveis me disseram que pra esse ano a Blizzard já tá com 2 jogos engatilhados e, por causa disso as estratégias de marketing vão fazer a demora que eu suponho que vai acontecer, realmente ser muito maior do que estou pensando.
Pensando em passar um pano quente com arnica na situation, resolvi experimentar o tal do World of Warcraft como algo paliativo(como se eu tivesse muito tempo livre). Amiguinhos, que jogo horrível. Ok, a imagem é legal, melhor ainda os cenários, a musiquinha de fundo também engana e etc, mas vir me falar que é igual D2 é dar um salto triplo carpado twist com dupla pirueta dos Santos por arriba do córrego. Sei que nesse comentário e na má vontade extrema que tenho todas as vezes ao furar o ícone do Wow com meu mouse, clickmente falando, estão embutidos os meus sentimentos de descompaixão e dor de cotovelos por causa do D3. Mas ainda assim, não tem nada de parecido e muito menos igual. Tem lá a parada de fazer quests, adquirir experiência e matar monstrinho, mas isso até Mário Brother que se preze faz. Wow não se parece com D2! Não mesmo!

A.
Reckoning

Por questões íntimas ligadas pessoalmente a mim, o endereço do Diário Pastel mudou para
www.diariopastel.blogspot.com.
O antigo endereço continuará sendo editado, porém com uma frequência menor (tem como?!) do que antes, ou pelo menos do que o outro site que está em vigor masculino.

Beijomeliga!

A.

segunda-feira, 1 de setembro de 2008

Explicações favorecidas

Sobre a promessa do post anterior de escrever mais e com maior frequência, realmente não está dando! Sabe quando você é novinho, sonha em um dia ter um emprego, se empenhar ao máximo em tudo que faz, ser professor pra levantar um corró, ter milhares de provas e milhões de trabalhos pra corrigir, ter que assistir aula na faculdade e, na hora de deitar, ver que você ainda não fez porra nenhuma ou, quando no melhor dos casos, não fez metade daquilo que tinha planejado fazer pro dia de hoje? Multiplique por um monte e estarão na pele deste que vos escreve.

Direta ou indiretamente falando, passo o dia todo ligado a um computador: tenho aula sobre computadores, dou aula sobre computadores, faço trabalhos por computadores, 90% daqueles com quem me relaciono só falam de computadores; quando chego em casa é, no mínimo normal, que a última coisa que eu queira ver na minha frente é um computador. Ainda penso que deveria ter seguido a carreira de executivo hippie sócio-ambiental.
Resumindo, eu estou tão atarefado agora quanto era quando tinha 14 anos, trocando o videogame, os 5 esportes praticados num mesmo dia, as 20 horas no mIRC tentando roubar canais, as tardes com Quatro por quatro e as mínimas horas de sono à noite totalmente por opção pelas tarefas citadas no começo do post. Em módulo isso vai dar tudo a mesma coisa!


Ou seja, não adianta cobrar de mim, seus putos! Até o meio de outubro, que será, a princípio, quando vou me livrar da tarefa que está mais me emputecendo e roubando meus encontros oníricos - o projeto final - não vai dar pra bater muito ponto por aqui. Mas continuem acessando, afinal, diferente de mim, vocês não estão fazendo nada mesmo!

A.